quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quinta-feira, 14 de julho de 2011
O ANÚNCIO
O dono de uma pequena fazenda, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua e disse-lhe:
- Senhor Bilac, estou a precisar de vender a minha fazenda, que o senhor tão bem conhece. Poderia redigir-me o anúncio para jornal?
Olavo Bilac pegou numa folha de papel e escreveu:
- “Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda”.
Meses depois, o poeta encontrou-se com o homem e perguntou-lhe:
- Então, conseguiu vender a sua fazenda?
- Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
por ai
sexta-feira, 3 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
p/ talita caroline
- Olá! Como vai?
- Eu vou indo. E você, tudo bem?
- Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar meu lugar no futuro... E
você?
- Tudo bem! Eu vou indo, em busca de um sono tranqüilo...
Quem sabe?
- Quanto tempo!
- Pois é, quanto tempo!
- Me perdoe a pressa - é a alma dos nossos negócios!
- Qual, não tem de quê! Eu também só ando a cem!
- Quando é que você telefona? Precisamos nos ver por aí!
- Pra semana, prometo, talvez nos vejamos...Quem sabe?
- Quanto tempo!
- Pois é...quanto tempo!
- Tanta coisa que eu tinha a dizer, mas eu sumi na poeira das
ruas...
- Eu também tenho algo a dizer, mas me foge à lembrança!
- Por favor, telefone - Eu preciso beber alguma coisa,
rapidamente...
- Pra semana...
- O sinal...
- Eu procuro você...
- Vai abrir, vai abrir...
- Eu prometo, não esqueço, não esqueço...
- Por favor, não esqueça, não esqueça...
- Adeus!
- Adeus!
- Adeus!
terça-feira, 24 de maio de 2011
pais e filhos
E a terra ficar escura
E o luar for a única Luz que se vê
Não, não vou ter medo


